Você já ouviu falar em BICORPOREIDADE ?

Você ja ouviu relatos de pessoas que dizem ter encontrado com uma outra pessoa em determinado local ou situação e depois fica sabendo que esta pessoa, não poderia estar naquele local ou situação, então pensamos, como pode ser, tenho a plena certeza do que aconteceu. Sendo assim, vejamos o relato abaixo, que envolve nosso querido Chico Xavier. Amados irmãos eu os convido à leitura.

BICORPOREIDADE 

Allan Kardec, em O Livro dos Médiuns,  explica o fenômeno: “O espírito de uma pessoa viva, isolado do corpo, pode aparecer tal qual o de uma pessoa morta, e ter todas as aparências da realidade; e mais, tangibilidade momentânea. Este fenômeno é designado sob o nome de bicorporeidade. Faculdade que uma pessoa possui de materializar-se em outro local, enquanto o seu corpo físico permanece ao local de “origem”  que estava.” 
Santo Alfonso de Liguori, quando encarnado, se fez visível simultaneamente em dois lugares. Numa reunião espírita na França, Kardec o evoca e indaga-lhe “Poderia nos dar explicação desse fenômeno?” Obtendo a resposta do Santo: ” Sim; a questão é mais simples do que possa se perceber. O homem quando completamente desmaterializado pela sua virtude, e vinculado ao amor sublime, pode aparecer em dois lugares ao mesmo tempo…”
Por inúmeras vezes, o fenômeno da bicorporeidade ou bilocação aconteceu com Chico Xavier.
Não querendo engrandecer a alma generosa do nosso irmão mas é de se notar que na história da humanidade pouquíssimas pessoas foram dotadas de tal faculdade psíquica.
No profícuo livro, Luz Bendita, organizado pelo eminente escritor Rubens Germinhasi, existe um  relato feito pela então presidente da União Espírita Mineira, a professora Maria Philomena Aluotto, a respeito do fenômeno acontecido com Chico, em novembro de 1974.
Assim conta-nos a respeitável presidente da UEM, que estavam reunidos no grande salão com a presença do médium de Emmanuel e eis que uma pessoa tomada pela fascinação religiosa  e empunhando uma arma, bradou. “Ninguém vai tocar em Chico Xavier: eu o defenderei de qualquer um. Ele é um santo!” Notava-se o desequilíbrio da pessoa, o que aumentava a apreensão de todos, especialmente porque em sua mão havia a realidade uma arma de fogo, de grosso calibre…
Assim, a movimentação aumenta no recinto, uns se apavorando, outros procurando correr, e outros tentando controlar a pessoa. O Chico, tranquilo, afasta-se um pouco do grupo e põe-se em silêncio, permanecendo, contudo no recinto.
Descemos ao andar térreo pensando nas providências defensivas, e, para nosso alívio, um jipe de militares da PMMG estaciona junto ao meio fio e os seus ocupantes, comandados por um distinto sargento, vêm ao nosso encontro, sendo recebidos com as seguintes palavras: ” Graças a Deus vocês chegaram e em boa hora: estamos com um problema lá em cima”. E, antes de qualquer explicação para nossa surpresa, o chefe da patrulha nos fala: “Não tem nada não, vamos subir. O Senhor Chico Xavier FOI NOS CHAMAR NA ESTAÇÃO RODOVIÁRIA, onde nos encontrávamos em serviço e em ronda. Viemos logo atender o seu chamado.”
Fora evidente o fenômeno da bilocação. Em poucos minutos a situação normalizava-se. O difícil foi impedir a nossa surpresa e, os nossos comentários…” 
Como vemos o querido companheiro era dotado dos mais ricos predicados e virtudes e não temos dúvida alguma. Chico Xavier já é um daqueles que aprendeu a elevar sua alma a Deus.
Do livro: ‘’Chico Xavier: lembranças de grandes lições’’, de Cezar Carneiro de Sousa

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