A Umbanda e as Sete Raças Raízes

Axé irmãos,

Para entendermos um pouco mais, quando ouvimos ou nos deparamos com ensinamentos onde nossos Mentores e Guias nos falam de coisas muito antes da existência do “Homem” como conhecemos. Faz-se necessário conhecer outras formas de explanação sobre a evolução humana e que não estejam presos a dogmas religiosos ou fundamentos radicais de qualquer origem ou natureza. Como já foi dito pelo “Mehi”, “a Umbanda é um celeiro de possibilidades”;  e onde podemos ligá-la a outros conhecimentos?  Comecemos então, eu os convido a leitura.     

 

Cada Planeta tem um governante, e estes estão ligados ao que chamamos de dimensões, é importante para abrirmos esta porta sabermos quem governa qual planeta ou dimensão, dentro do conhecimento umbandista. Então: 

Oxalá governa o Planeta Sol, que é o astro-rei.

Iemanjá governa o Planeta Lua, que é a dimensão que influencia nossos oceanos. Lembrem que na escola aprendemos que a lua influência as marés.

Ibeji governa o planeta Mercúrio, que é onde espiritualmente começa a evolução dos seres livres dos apegos materiais.

Oxossí governa o planeta Vênus, nesta dimensão os seres começam a aflorar aos desapegos materiais.

Ogum governa o Planeta Marte, lá os espíritos passam as últimas lapidações espirituais. Os mentores comentam que neste plano os espíritos vivem intensas provações.

Omulu governa o Planeta Saturno, neste plano os seres aprendem a entender a imortalidade do espírito, se desprendendo da massa corpórea densa, por este motivo Omulu é conhecido como senhor da transformação e passagem.

Xangô governa o Planeta Júpiter, neste plano começa a evolução após o desencarne na terra, lá os Seres passam pelo primeiro estágio, a aplicação da justiça espiritual, é o que algumas religiões ensinam como o julgamento final. É importante ressaltar que o espírito deve encarnar várias vezes para chegar ao estágio certo para a passagem em outras dimensões.

O planeta terra é governada por Exu, que governa nossa dimensão como preparação aos outros estágios da evolução, por este motivo a muitos lideres que dizem que Exu é o Orixá mais perto dos seres humanos.

Pois bem, para entendermos estas dimensões, segue uma síntese onde falaremos dos os povos que já passaram por estas provações e as que ainda passarão,  as sete raças-raízes.

PRIMEIRA RAÇA-RAIZ OU PROTOPLASMÁTICA

Habitou o que hoje conhecemos como a Calota Polar Norte, a Terra de Asgard, citada em antiquíssimas tradições como a distante Thule paradisíaca, a Ilha de Cristal. A Raça Polar (como também é chamada esta poderosa Raça) se desenvolveu em um ambiente totalmente distinto ao atual.

Naquela época a Terra era propriamente semi-etérica, semifísica, as montanhas conservavam sua transparência e a Terra toda resplandecia gloriosamente com uma belíssima cor azul-etérica intensa. Produto maravilhoso de incessantes evoluções e transformações que outrora se iniciaram desde o estado germinal primitivo, a 1ª Raça surgiu das dimensões superiores completa e perfeita. Inquestionavelmente a 1ª Raça jamais possuiu elementos rudimentares nem fogos incipientes. Para o bem da Grande Causa, lançarmos em forma enfática o seguinte enunciado: “Antes que a 1ª Raça humana saísse da quarta coordenada para se fazer visível e tangível no mundo tridimensional, esta teve que gestar-se completamente dentro do Jagad-Yoni, a “matriz do mundo”.

Extraordinária humanidade primigênia, andróginos sublimes totalmente divinos, seres inefáveis mais além do bem e do mal. Protótipos de perfeição eterna para todos os tempos, seres excelentes semifísicos, semi-etéricos, com corpos protoplasmáticos indestrutíveis de bela cor negra, elásticos , capazes de flutuar na atmosfera. Com o material plástico e etéreo desta Terra primogênita foram construídos cidades, palácios e templos grandiosos. Resultam interessantíssimos os Rituais Cósmicos desta época.

A construção do Templo era perfeita. Suas vestiduras se combinavam as cores branca e preta para representar a luta entre o espírito e a matéria. Os símbolos e objetos de trabalho eram usados invertidos para representar o Drama que se projeta nos siglos: o descenso do espírito até a matéria. A vida estava até agora materializando-se e deveria a isso dar-se uma expressão simbólica. Sua escritura gráfica foram os caracteres rúnicos, de grande poder esotérico. É ostensível que todos esses seres ingentes eram os fogos sagrados personificados dos poderes mais ocultos da Natureza.

Essa foi a Idade o fissiparismo, aquelas criaturas se reproduziam mediante o ato sexual fissíparo, “segundo se tem visto na divisão da célula nucleada, onde o núcleo se divide em dois subnúcleos, os quais se multiplicam como entidades independentes”. Naqueles seres andróginos (elementos masculino e feminino perfeitamente integrados) a energia sexual operava em forma diferente à atual, e em determinado momento o organismo original do pai-mãe se dividia em duas metades exatas, multiplicando-se para o exterior como entidades independentes, processo similar à multiplicação por bipartição ou divisão celular. O filho andrógino sustentava-se por um tempo de seu pai-mãe.

Cada um desses acontecimentos da reprodução original, primeva, era celebrado com rituais e festas. Inquestionavelmente, a Ilha Sagrada, morada do primeiro homem do último mortal divino, ainda existe na quarta dimensão como insólita morada dos Filhos do Crepúsculo, Pais Preceptores da humanidade. Terra do amanhecer, mansão imperecedoura, celeste paraíso de clima primaveral por ali, nos mares ignotos do Polo Norte. Magnífico luzeiro no Setentrião, esse Éden da quarta coordenada, continente firme em meio ao grande oceano. “Nem por terra nem por mar se consegue chegar à Terra Sagrada”, repete veementemente a tradição helênica. “Só o vôo do espírito pode conduzir a ela”, dizem com grande solenidade os velhos sábios do mundo oriental. Esta raça hoje trabalha no Planeta Sol, alguns estudiosos afirmam que esta é a raça dos Anjos.

SEGUNDA RAÇA-RAIZ, OU HIPERBÓREA

Esta raça apareceu no cenário terrestre como resultado das incessantes transformações que, através do tempo a 1ª Gran Raça Raíz experimentou. Habitou as regiões boreais que como ferradura continental circundam a Calota Polar Norte, ocupando o atual norte da Ásia, Groenlândia, Suécia, Noruega etc., estendendo-se até as Ilhas Britânicas.

Essa foi uma época de variadíssimas mutações na Natureza. Grande diversidade de espécies foi gestada no tubo de ensaio da Natureza, cujos 3 Reinos ainda não estavam de todo diferenciadas. O clima era tropical e a terra coberta de grande vegetação. O ser humano continuava sendo andrógino, reproduzindo-se por brotação, sistema que continua ativo nos vegetais. É impossível encontrar restos das primeiras Raças primevas porque a Terra estava constituída de protomatéria, semi-etérica, semifísica. Só nas Memórias da Natureza os grandes clarividentes podem estudar a história dessas Raças.

Esta raça é muito evoluída e hoje habita a dimensão gerada pelo Planeta Lunar. Os espíritos desta dimensão dificilmente atuam em nossa crosta, são os espíritos que temos como Mentores Espirituais.

TERCEIRA RAÇA-RAIZ, OU LEMÚRICA

Dessa segunda classe de andróginos divinos procedeu-se por sua vez a terceira Raça-raiz, os Duplos, gigantes hermafroditas, colossais, imponentes. A civilização lemúrica floresceu maravilhosa no Continente Mu o Lemúria, vulcânica terra no Oceano Pacífico. O planeta chegou a um alto grau de materialidade, próprio desta Ronda físico-química. Como todas as formas, então existentes na Terra, o homem era de estatura gigantesca. A reprodução era por geração ovípara, produzindo como seres hermafroditas, e mais tarde, com o predomínio de um só sexo, até que por fim nasceram do ovo machos e fêmeas.

Na quinta sub-raça, começa o ovo a queda e retida no seio materno, e a criatura nasce débil e desvalida. Por último, na sexta e sétima sub-raças já é geral a geração por ajuntamento de sexos. A reprodução sexual se fazia então sob a direção dos Kummaras, seres divinais que regiam os templos. Porém, na segunda metade do período lemúrico, começaram a fornicar, ou seja, a desperdiçar o esperma sagrado, ainda que tão-só o faziam para dar continuação da espécie.

Então, os Deuses castigam a humanidade pecadora (Adão-Eva), expulsando-os para fora do Éden paradisíaco, a Terra Prometida, onde os rios de água pura de vida manam leite e mel. O ser humano se expressava na Linguagem Universal, o seu Verbo tendo poder sobre o fogo, o ar, a água e a terra. Podia perceber a aura dos mundos no espaço infinito, e dispunha de maravilhosas faculdades espirituais que foi perdendo, como conseqüência do Pecado Original. Esta foi uma época de instabilidade na superfície terrestre, devido à constante formação de vulcões e de novas terras. Ao final, através de 10 mil anos de gigantescos terremotos e maremotos, o gigantesco continente Mu foi-se desmembrando e fundindo-se nas ondas do Oceano Pacífico.

Encontramos seus vestígios na Ilha da Páscoa, Austrália, a Oceania etc. “Muito se tem discutido sobre o Paraíso Terrenal”. Realmente, esse Paraíso existiu e foi o continente da Lemúria, situado no Oceano Pacífico. Essa foi a primeira terra seca que houve no mundo. A temperatura era extremadamente quente. O intensíssimo calor e o vapor das águas nublavam a atmosfera e os homens respiravam por guelras, como os peixes. Os Homens da época Polar e da época Hiperbórea e princípios da época Lemúrica eran hermafroditas e se reproduziam como se reproduzem os micróbios hermafroditas.

Nos primeiros tempos da Lemúria, a espécie humana quase não se distinguia das espécies animais; porém, através de 150 mil anos de evolução os lemurianos chegaram a um grau de civilização tão grandiosa que nós, os Árianos, estamos ainda muito distantes de alcançar. Essa era a Idade de Ouro, essa era a idade dos Titãs. Esses foram os tempos deliciosos da Arcádia.

Os tempos em que não existia o meu nem o teu, porque tudo era de todos. Esses foram os tempos em que “os rios manavam leite e mel”. A imaginação dos homens era um espelho inefável onde se refletia solenemente o panorama dos céus estrelados de Urânia.

O homem sabia que sua vida era vida dos Deuses, e ele que sabia dedilhar a Lira, estremecia os âmbitos divinos com suas deliciosas melodias. O artista que manejava o cinzel se inspirava na sabedoria eterna e dava a suas delicadas esculturas a terrível majestade de Deus. Oh! A Época dos Titãs, a época em que os rios manavam leite e mel…

Os lemurianos foram de grande estatura e tinham ampla fronte, usavam simbólicas túnicas, branca à frente e preta atrás, tivera, naves voadoras e aparelhos propulsionados a energia atômica, iluminavam-se com energia atômica, e chegaram a um altíssimo grau de cultura.  Esses eram os tempos da Arcádia: o homem sabia escutar, nas sete vogais da Natureza, a voz dos Deuses, e essas sete vogais (I.E.O.U.A.M.S.) ressoavam no corpo dos lemurianos, com toda a música inefável dos compassados Ritmos do Fogo. “O corpo dos lemurianos era uma harpa milagrosa onde soavam as sete vogais da Natureza com essa tremenda euforia do Cosmos.

Quando chegava a noite, todos os seres humanos adormeciam como inocentes criaturas no seio da Mãe Natureza, afagados pelo canto dulcíssimo e comovedor dos Deuses, e quando a aurora raiava, o Sol trazia diáfanas alegrias e não tenebrosas penas.” “Os casais da Arcádia eram matrimônios gnósticos.

O homem só efetuava o conúbio sexual sob as ordens dos Elohim, e como num sacrifício no Altar do matrimônio para brindar corpos às almas que necessitavam reencarnar-se. Desconhecia-se por completo a fornicação e não existia a dor no parto. Através de muitos milhares de anos de constantes terremotos e erupções vulcânicas, a Lemúria foi fundindo-se nas embravecidas ondas do Pacífico.

Em tempo surgia do fundo do oceano o Continente Atlante.” Esta Raça hoje trabalha no Planeta Mercúrio, pelo seu apego no passado esses seres hoje estão desprendendo desses apegos, por este motivo se apresentam em forma fluídica de crianças pois querem passar que agora sim começam a sua evolução total. Este plano é sustentado pelos querubins.

QUARTA RAÇA-RAIZ, OU ATLANTE

Depois que a humanidade hermafrodita se dividiu em sexos opostos, transformados pela Natureza em máquinas portadoras de criaturas, surgiu a quarta Raça-Raíz sobre o geológico cenário atlante localizado no oceano que leva seu nome. Foi engendrada pela terceira Raça há uns 8 milhões de anos, cujo fim o Manu da quarta Raça escolheu dentre a anterior os tipos mais adequados, a quem conduziu à imperecedoura Terra Sagrada para livrá-los do cataclismo lemuriano.

A Atlântida ocupava quase toda a área atualmente coberta pela parte setentrional do Oceano Atlântico, chegando pelo NE até a Escócia, pelo NO até o Labrador e cobrindo pelo Sul a maior parte do Brasil. Os atlantes  de estatura superior a atual , possuíram uma alta tecnologia e a que combinaram com a magia, porém, ao final, degeneraram e foram destruídos.

Em seus estudos H. P. Blavatsky, referindo-se à Atlântida, diz textualmente em suas estâncias antropológicas: “Construíram templos para o corpo humano, renderam culto a homens e mulheres. Então, cessou de funcionar o terceiro olho (o olho da intuição e da dupla visão). Construíram enormes cidades, lavrando suas próprias imagens segundo seu tamanho e semelhança, e as adoraram…” “Fogos internos já haviam destruído a terra de seus pais (a Lemúria) e a água ameaçava a Quarta Raça (a Atlântida).

Sucessivos cataclismos acabaram com a Atlântida, cujo final foi reconstituído em todas as tradições antigas como o Dilúvio Universal. A época de submersão da Atlântida foi realmente uma era de câmbios geológicos. Emergiram do seio profundo dos mares outras terras firmes que formaram novas ilhas e novos continentes. Esta raça por ser remanescente da terceira raça, sua estada foi adiada e a alguns anos atrás ainda havia espíritos desta raça que ainda estão encarnados até hoje. Mas a maioria desta raça está hoje no planeta Vênus e Marte.

Já há 1 milhão de anos que o Manu Vaivasvata (o Noé bíblico) selecionou de entre a sub-Raça proto-semítica da Raça Atlante, as sementes da quinta Raça-Mãe e as conduziu à imperecedoura Terra Sagrada, idade após idade, foi modelando o núcleo da humanidade futura. Aqueles que lograram cristalizar as virtudes da alma acompanharam o Manu em seu êxodo à Ásia Central, onde morou por longo tempo, fixando ali a residência da Raça, cujos galhos haveriam de ramificar-se em diversa direções.

Eis agora as sete sub-raças ou galhos do tronco ário-atlante: A primeira sub-raça se desenvolveu no Planalto Central da Ásia, de forma mais concreta na região do Tibet, e teve uma poderosa civilização esotérica; A segunda sub-raça floresceu no sul da Ásia, na época pré-védica, e então foi conhecida a sabedoria dos Rishis do Hindustão, os esplendores do antigo Império Chinês etc; A terceira sub-raçase desenvolveu maravilhosamente no Egito (de direta ascendência atlante), Pérsia, Caldéia etc.; A Quarta sub-raça resplandeceu com as civilizações da Grécia e de Roma; A Quinta foi perfeitamente manifestada com Alemanha, Inglaterra e outros países; A Sexta resulta da mescla dos espanhóis com as raças autóctones da Indoamérica. Nossa atual Raça terminará com um grande cataclismo; A Sexta Raça (Raça Koradhi) viverá em uma Terra transformada (a Quinta Ronda, ou Etérica) ; E a sétima será a última.

Depois dessas Sete Raças, a Terra se converterá em uma nova lua. Esta é a nossa raça das pessoas que nasceram antes do ano 2000, nossa raça está em insistente transformação, os desencarnados de nossa raça, por ainda sermos densos, vagamos por nossa própria crosta, outros mais iluminados já estão em planos como os planetas Saturno e Júpiter.

 A sexta-raça começa a surgir agora principalmente na América do Sul, são as crianças com inteligência superior aos seus antecessores, a sétima raça ainda não surgiu, alguns dizem que após a sétima raça o universo se modificará para outro ciclo encarnatório, outros dizem que após todas as raça o mundo se auto destruirá, o futuro não sabemos, mas entendemos que para termos um futuro melhor, devemos cuidar e policiar nosso presente, nos conscientizando das coisas da natureza, humana, animal, vegetal, mineral e principalmente espiritual.

Tudo aqui exposto, também é fruto de estudo e observação. Talvez, para alguns, não se encaixe na história da humanidade, quer filosófica ou religiosamente, contudo, há que se admitir que existem semelhanças ou relações, em vários momentos, antepassados ou atuais, que nos dão explicações para várias perguntas, estas, que nem sempre são respondidas pela filosofia, religião ou até mesmo a ciência, a julgar por exemplo as pirâmides no Egito. Como pode???

 

 

12 respostas em “A Umbanda e as Sete Raças Raízes

  1. Na verdade vou usar o espaço não para comentar o texto , mas sim para parabenizar -los pela atitude e pela diversidade de conhecimentos tanto para quem os escreve e pra quem os estrutura!

    Em tempos onde todos estão sem “tempo” é digno de receber parabéns somente aqueles que se empenha para transmitir algo ao outro pelo simples fato de gostar do que faz!

    Abraços!

    • Obrigado Amanda,
      De certo, tudo que escrevemos e transcrevemos tem a finalidade de oferecer aos interessados a oportunidade de conhecimento, sem contudo, deixar de incentivar a pesquisa e a continuidade do aprendizado. O tempo é relativo, basta que cada um descubra o seu e pô-lo em prática.
      Axé,

  2. Cada vez que acesso, me surpreendo positivamente com os textos, a qualidade, a escolha dos temas e forma de abordá-los.
    A grande dificuldade que encontro quando me interesso por determinados temas é a ausência de esclarecimento de termos e conceitos aparentemente simples, mas que, na verdade, não o são.
    Vocês, por exemplo, com a explicação de um termo tão banalmente usado, mas que poucos conhecem, que é o “Verbo”, dão uma demonstração de cuidado e carinho com o quê é exposto e com o público leitor.
    Essa iniciativa só tende a incentivar o leitor a se aprofundar em outros assuntos e entendê-los e, ainda, e melhor, buscar entender ainda mais.
    Parabéns!

    • Paulo,
      Obrigado por suas palavras e ainda mais pelo seu interesse, somos iniciantes, mas com vontade e energia para buscar conhecimento e transmití-lo, principalmente a pessoas como você, que demonstram interesse por essa busca, somos todos aprendizes!
      Axé,

  3. Realmente todo esse material que nos é exposto, incita ainda mais nossa busca e nos permite enxergar que quanto mais sabemos, mais vimos que, na verdade, sabemos muito pouco.
    Tenho certeza que todo esse conhecimento nos impulsionará a realizar um trabalho cada vez mais sério e sólido.

    Abraços!

    • Luiz, Boa tarde,
      O estudo sobre o assunto é profundo, mas, diante das circunstências o do desenrolar das informações, os Anunnakins, tiveram sua aparacição durante a 3ª raça raiz – Lemuriana, sendo os demais seus descendentes. Contudo, vale esclarecer que esta pode não ser a conclusão final, há que se pesquisar ainda mais.
      Adriano D’Ogum Sacerdote de Umbanda.

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