Homenagem ao último escravo que vivera no Brasil

escravidãoA escravidão no Brasil, como toda escravidão, é uma nodoa vergonhosa que ainda não foi escrita em todos os seus detalhes e abusos arbitrários. O que tem vindo à tona são os heroísmos de alguns brancos destemidos, ou mesmo de alguns mestiços, como José do Patrocínio, Castro Alves e outros que não se sentiram bem diante de tanta prepotência e cinismo e gritaram por justiça. Há, porém, no contexto desse fato histórico brasileiro verdadeiras jóias lapidadas por negros que ficaram escondidas na bruma do tempo. Cada uma dessas preciosidades precisam ser resgatadas pelos nossos historiadores. Hoje trago para os leitores do Correio uma dessas belezas que descobri em minhas singelas pesquisas.

A história registra que desde 1539 os colonos estabelecidos no Brasil reclamavam da falta de mão-de-obra para o cultivo da cana-de-açúcar e o incremento dos engenhos, rogando ao rei licença para adquirirem escravos. Em 1542, o donatário de Pernambuco solicitou autorização para comprar escravos na Guiné, no Continente Africano, por conta própria, alegando que a produção açucareira não poderia arcar com o soldo de empregados. Somente em 1559, quando a incipiente indústria brasileira já estava com suas bases assentadas, a coroa decidiu permitir o ingresso de escravos negros no Brasil: cada senhor podia trazer 120 escravos do Congo. Com essa permissão começou o tráfico negreiro oficial no Brasil, que se somou às aquisições isoladas existentes em São Vicente e na Bahia.

Passados três séculos do início do comércio de escravos, em 1882, após longa viagem, em que permaneceu amontoado em porões fétidos de um navio negreiro, entre ampla leva de homens e mulheres famintos e desnutridos, estava um rapaz de 17 anos, era mais um escravo sem nome. Fora comprado por um fazendeiro da região de Belo Horizonte que lhe deu o nome de Valdomiro Silva. Esse jovem apressou-se em apreender e a obedecer. Trabalhando de Sol-a-Sol descobriu, com os demais companheiros de infortúnio, que a única maneira de garantir a ração diária e rústicas vestimentas era trabalhar duro na enxada. Criaturas que nem mesmo sabiam porque haviam sido capturadas e até por qual motivo teriam vindo ao mundo. Quantas divagações não lhes tomavam o pensamento? “Será que o negro foi mesmo criado para sofrer?” Essas indagações percorriam apenas por suas mentes. Pois se algum deles fosse surpreendido falando em voz alta, o látego do feitor cortava seus lombos desnudos, mas não sem antes do algoz esbravejar: “Trabalha negro!” Uma triste página de nossa história, escrita com sangue, suor e lágrimas. Naquela época enorme contingente de espíritos encarnaram com a esperança de redimir suas faltas e tão brilhantemente as venceram, legando-nos exemplos dignificantes de dedicação ao trabalho e ao amor ao próximo.

A história registra grande número de escravos rebelados, agrupados em quilombos. O quilombo mais importante foi comandado pelo negro Zumbi, em Palmares no interior do Estado de Alagoas. Zumbi lutou até a morte para defender os direitos de seus irmãos de raça, tornando-se um dos mais importantes heróis do movimento negro.

Há tempos o Correio expõe para o jornalista colaborador, como norma de conduta esta máxima: “O jornalista faz a história, história feita de fatos”. Assim pensando é que escrevi este artigo, baseado em fatos. Há tempos tencionava escrever sobre a escravidão. Mas falar de Zumbi, quilombos, navio negreiro, abolicionistas etc, temas sempre ricos, mas sobejamente explorados e diga-se em alto e bom tom: Brilhantemente, por grandes mestres de nossa literatura, seria a meu ver desinteressante. Eis, porém, que repassando recortes de jornais antigos, me deparei com um fato que me dava o gancho ideal:

“RIO DE JANEIRO – sábado, 13 de setembro de 1986. Ex-escravo morre aos 121 anos. Morreu ontem o último escravo que ainda vivia no Brasil. Valdomiro Silva, que acabara de completar 121 anos, que chegou aqui num porão de um navio negreiro em 1882. Mais adiante a nota acrescenta:” O corpo do ex-escravo foi velado na casa do empresário Édio Costa, cujo avô paterno havia comprado Valdomiro no século passado. O bairro onde ele morou, por mais de 100 anos, ficou de luto e o comércio fechou suas portas em sinal de respeito ao extinto. Consta que quando Valdomiro chegou da África fez por merecer a consideração e amizade do filho do fazendeiro, o menino Durvalino que tinha, naquela ocasião, apenas 10 anos de idade. Descontentes com os maus tratos que os escravos recebiam, o negro Valdomiro e o menino Durvalino fugiram para a cidade do Rio de Janeiro, onde se instalaram no subúrbio de Bangú. Anos depois Durvalino fez fortuna e Valdomiro já era tratado como pessoa da família. Os sete filhos de Durvalino foram cuidados por Valdomiro que se apegou especialmente ao Édio, que iria se tornar conhecido como o empresário Édio Costa, uma das maiores fortunas da Zona Oeste do Rio de Janeiro. “Ele era meu pai, meu avô e meu bisavô”- desabafou o empresário…”.

Temos aí um belo exemplo de como uma criatura pode alcançar elevação moral e espiritual. Escravizado, pego a laço, arrancado à força de sua terra e trazido para outro continente, sofrendo toda sorte de humilhações e agressões, dando duro no trabalho forçado sem, no entanto, se revoltar. Amou seu semelhante a ponto de ser considerado pai, avô e bisavô. Faço ecoar em nossos dias as palavras de gratidão de Durvalino. O negro Valdomiro não só amou as crianças que estavam sob sua responsabilidade, mas também amou Belo Horizonte, Rio de Janeiro e o Brasil!

Eis uma atitude própria de espíritos de escol. Fora aprisionado um dia pelo laço da ignorância. Ele, porém, usou o laço do amor e da bondade para prender a todos nós, brasileiros, pois jamais esqueceremos essa figura dócil e exemplar. Obrigado Valdomiro por ter ficado entre nós 121 anos distribuindo amor e dedicação, exemplos que ficarão gravados na mente da maioria dos que agora vão ler este relato. Valdomiro, sem saber, seguiu à risca o ensino de Jesus: “O meu mandamento é este: Que ameis uns aos outros, assim como eu vos amei.” (João 15:12- 13). Ninguém apresenta mais amor do que aquele que dá sua vida pelos amigos.

Matéria escrita por Antonio Denavir Leite originalmente publicada no no Correio Fraterno do ABC Nº 366 de Julho de 2001

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A ERA DE AQUÁRIO E AS 7 CIDADES SAGRADAS

Olá irmãos, como sempre dizemos…são vários os caminhos do conhecimento Divino…; pois bem, para os que ainda não tem idéia, um dos caminhos passa por nossas terras brasileiras. É importante dizer que o Brazil, junto a outros paises, faz parte de um grande plano estratégico para evolução humana. Que tal caminhar por ele? Eu os convido à leitura. (…Adriano D’Ogum…)

Fonte: texto  Prof. Nilton Schultz 

Para começarmos a refletir… quando falamos sobre as Eras uma palavra que logo vem é “Avatara ou Avatar” cuja origem é do Oriente…Ava = descida…Tara =  Torá = Lei……”Descida da Lei”…a consciência dos anjos e deuses se projetando na evolução e criando com suas hierarquias o universo……………”em cima como embaixo” como nos ensina o princípio hermético…

O que é ou onde está um “Avatara” ?…….basta lembrarmos de Krishna, Buda, Cristo entre tantos outros nomes que poderiam ser ditos…cada qual correspondente a sua Era e missão…….e no atual momento vivemos o início da Era de Aquário…

Como as Eras são formadas e porque estão no sentido contrário dos signos ? Pois saímos da Era de Peixes e entramos na de Aquário demonstrando que elas estão no sentido contrário do que conhecemos ?…

Inicialmente devemos entender o que é o Ponto Vernal ou Áries…

 

 

Como podemos observar na ilustração acima vemos o sistema simbólico “geocêntrico”…ou seja..a terra no centro  como ponto parado de observação ( esfera violeta central ) e o sol ( esfera amarela ) realizando seu movimento anual pela eclíptica ( faixa vermelha = 12 signos do zodíaco ).

A entrada do Sol em 4 signos específicos durante o ano nos oferece os quatros Solstícios ou quatro estações: Quando o Sol entra no signo de Áries ( 1º signo do zodíaco ) temos o Solstício de Outono no Hemisfério Sul e de Primavera no Hemisfério Norte…isto sempre ocorre nos dias 20 ou 21 de março todo ano….aí está o Ponto Vernal ou Áries onde se comemora o famoso “Ano Novo Astrológico” em inúmeras tradições esotéricas ( sagrado oculto ) e também exotéricas ( sagrado profano )…

Posteriormente o Sol ingressa no signo de Câncer sendo Inverno no Sul e Verão no Norte…no signo de Libra originando o início da primavera no Sul e Outono no Norte e por fim no signo de Capricórnio com o Verão no Sul e Inverno no Norte…para entender isto basta observar com mais atenção a ilustração acima…mas o que realmente nos interessa durante esta reflexão é o ponto Vernal ou Áries onde se inicia o Ano Novo Astrológico que é o ponto principal e inicial para entendermos como se forma uma Era…

Os astrônomos, astrólogos, magos, sacerdotes e grandes observadores das estrelas perceberam que o Sol neste percurso anual sempre chega em torno de “50 segundos atrasado” no Ponto Vernal ou Áries…fazendo com que exista ao decorrer dos anos um movimento retrógrado “simbólico” tomando este ponto como base…reflitamos juntos: Se este Sol atrasa sempre 50 segundos por ano em sua chegada ao ponto Vernal ou Áries… em 2 anos 50 segundos do ano anterior mais 50 do ano presente e assim por diante…isto resulta que em 2250 anos sua chegada no ponto vernal passe de um signo para outro no sentido retrógrado…aí está o valor real de duração de “uma era”…por isto que a famosa precessão dos equinócios ( movimento da terra em relação as estrelas sobre seu próprio eixo ) comprovada pela ciência oficial possui aproximadamente um tempo total de retorno ao ponto original de 26000 anos…o correto é 27000 anos….pois 2250 anos por signo multiplicado pelos 12 signos resulta 27000 anos……..12 signos….12 apóstolos….12 cavaleiros do Rei Arthur ( Arthus = Sutra )…muito poderia ser refletido..

Sendo este conhecimento agregado a evolução humana podemos ver que as Eras possuem tônicas que são trabalhadas através da consciência unitária em 2250 anos…vejamos uma pequena cronologia que podemos dizer “conhecida” pela história humana através das Eras…

Era de Touro – Aproximadamente 3000 AC……Tivemos o Avatara Krishna…a verdadeira personificação da divindade com o amor venusiano ( regente de Touro ) firmando e estruturando ( vibrações de Touro ) a verdadeira religião oriental consolidada em valores verdadeiros em relação a Sabedoria iniciática das idades…assim como Cristo ficou conhecido como pescador….temos Krishna como o vaqueiro…animal adorado e respeitado na Índia até a atualidade…..Yeseus Krishna…Jesus Cristo….a mesma consciência avatárica…só que em Era diferente…

Era de Áries – Aproximadamente 1500 AC….Acompanhando os fatos avatáricos mais conhecidos da história da humanidade podemos citar agora Moisés…o grande condutor e libertador do povo Judeu…vibrava com o rigor Marciano ( regente de Áries )…teve suas canalizações divinas através da sarça ardente ( fogo = Áries )…a árvore da vida……..O fabuloso Michelangelo ( Anjo Miguel ou Mikael ) o ilustrou em uma escultura com chifres ( Carneiro )…muito ainda poderia ser falado sobre isto…………vemos ainda nesta Era o firmamento da Espada Romana…guerra e conquista…a força de Marte…tudo no projeto da Lei Divina…

  

Um grande ser que deve ser citado como possivelmente o concluidor da Era de Áries para o Início da Era de Peixes em aproximadamente 500 AC foi o Avatara Sidharta Gautama – O Buda ( totalmente desperto ) que meditou 7 dias abaixo da árvore para atingir sua iluminação…pregava o equilíbrio e o caminho do meio….a égide libriana no seu apogeu em prol do equilíbrio e harmonia………….Libra é o signo polar e complementar a Áries…

  

Era de Peixes – 7 AC foi o nascimento do Avatara da Era de Peixes Jeoshua Ben Pandira – Jesus Cristo bíblico…seu nascimento ocorreu 7 anos antes da data oficial como marco inicial zero  da humanidade pois neste ano ( 7 AC ) tivemos a conjunção dos planetas Júpiter e Saturno no signo de Peixes…a Estrela de Belém que guiou os 3 Reis magos que vieram saudar o Avatara de Peixes…sua mudra ( posição da mão quando abençoava ) era feita com os dedos de Júpiter ( indicador ) e Saturno ( médio )…foi batizado pelo seu anunciador João Batista ( JB – Joachim e Boaz – maçonaria e Jnana- conhecimento e Bakti- devoção na tradição oriental ) pelas águas de sua Era…multiplicou os pães e os peixes ( Pães – trigo – virgem…signo complementar a peixes )….lavou os pés dos apóstolos ( pés=  signo de peixes no corpo humano )… firmou com a docilidade e compreensão de Júpiter ( regente de peixes assim como Netuno ) a verdadeira religião e o Amor Universal como tônica principal de sua Era……

        

O Grande concluidor da Era de Peixes e iniciador/ preparador da Era de Aquário foi o ainda desconhecido para a maioria da humanidade Profº Henrique José de Souza ( JHS )…nascido em Salvador Bahia em 1883 e falecido em 1963………era do signo de Virgem ( 15 de Setembro )…polar e complementar ao signo de Peixes…..Saturno e Urano vibram na Era de Aquario…..o novo…o rompimento com consciências desgastadas que não religam mais a humanidade a verdade é a tônica…..o futuro e a tecnologia fazem a espiritualidade marchar junto da ciência….todos são “buscadores da verdade”……….O Profº Henrique José de Souza foi anunciado por Helena Petrovna Blavatsky…também uma manifestação avatárica da Era de Peixes…..Ela profetizou seu nascimento como uma grande consciência que se manifestaria no Ocidente realizando todo o transbordo das experiências do Oriente para o Ocidente….marco simbolizado pelo obelisco localizado na frente do Templo da Sociedade Brasileira de Eubiose em São Lourenço – Sul de Minas Gerais…seus dizeres gravados no obelisco são oferecidos para qualquer pessoa da parte do planeta que chegue a ele”………..São Lourenço é a 8ª Cidade das 7 sagradas representando a síntese evolucional cósmica….o grande instrumental geográfico ( cidades ) para se adquirir consciência no momento atual da evolução……..Preparou e anunciou o advento do Avatara da Era de Aquário que se deu a partir de 28 de setembro de 2005 em terras brasileiras e universalmente conforme a tradição que se iniciou no Oriente  e se firmou no Ocidente com seu manancial de conhecimentos passados…..O Avatara de Aquário chama-se Maitréia Buda….

  

 

AS 7 CIDADES SAGRADAS E SÃO LOURENÇO- MG

As 7 cidades sagradas são Pouso Alto, Itanhandú, Carmo de Minas, Maria da Fé, São Tomé das Letras, Conceição do Rio Verde e Aiuruoca, que sintetizam suas vibrações na 8ª cidade que é a Nova Jerusalém, a capital espiritual do Novo Milênio que é São Lourenço também no Sul de Minas Gerais. Lembremos sobre as 7 igrejas narradas no Apocalipse de São João.

Cada cidade possui uma tônica evolucional ligada à Era de Aquário, vamos a Elas:

 

Pouso Alto

Tem como Tônica a Alquimia, o poder de transformar a pedra bruta ( alma impura ) em pedra filosofal ( alma pura ). O anjo regente é Mikael, que como hierarquia dos Arcanjos na Cabala cuida das experiências dos povos e nações.

Plasmando a Alquimia sagrada no Sul de Minas a cidade de Pouso Alto possui ligações com a também cidade sagrada de Machu Picchu no Peru, que esparge suas vibrações para o mundo como um chacra. O chacra de referência no corpo humano é o básico/ raiz. Machu Picchu é o chacra da Terra da América do Sul.

 

Astrologicamente estas cidades são regidas pelo Planeta Sol, possuindo estreitas ligações com o signo de Leão, a força da individualidade em prol da criatividade e do renascimento de uma nova consciência.

  

Na tradição Oculta o Planeta Sol possui ligações com o Arcano 22 “O Mundo”, que vibra a síntese e a consciência integral que assimilou e revelou o segredo da esfinge, despertando a mente angélica.

O número 111, assim como a cor laranja ( tatwa ou força sutil da natureza chamado Pritivi ) também tem suas vibrações ligadas a Pouso Alto, reduzindo teosoficamente chegamos ao 3 ( 1+1+1 ), formando na cabala o quadrado mágico do Sol que somado em qualquer coluna seus números ( vertical, horizontal ou transversal ) chegando a um dígito resulta o 3.

Os caracteres do quadrado mágico estão em verde pois correspondem a Vaiú o tatwa do ar em correspondência a Saturno o planeta polar e complementar ao Sol.

 

 

Itanhandú

Tem como Tônica a Arte, o poder de transformar o que é feio, sem harmonia, em belezas e perfeições, tanto no plano físico como de alma, rumando para as belezas espirituais. O anjo regente é Gabriel, que como hierarquia dos Anjos na Cabala cuida dos reinos manifestados no estágio atual da evolução: mineral, vegetal, animal e humano.

Plasmando a Arte sagrada no Sul de Minas a cidade de Itanhandú possui ligações com um local sagrado, o deserto de El Moro nos Estados Unidos, que esparge suas vibrações para o mundo como um chacra. O chacra de referência no corpo humano é o esplênico. El Moro é o chacra da Terra da América do Norte.

 

Astrologicamente a cidade de Itanhandú é regida pelo Planeta Lua, possuindo estreitas ligações com o signo de Câncer, a sensibilidade e psiqué vibrando para o renascimento de uma nova consciência.

     

Na tradição Oculta o Planeta Lua possui ligações com o Arcano 2 “A Sacerdotisa”, que vibra todos os segredos do universo, a benevolência e o amor universal, fazendo com que a humanidade possua o direito de adentrar o segredo divino velado em seu livro e chave.

O número 369, assim como a cor violeta ( tatwa ou força sutil da natureza chamado Apas) também tem suas vibrações ligadas a Itanhandú, reduzindo teosoficamente chegamos ao 9 ( 3+ 6+ 9 = 18…1+ 8 = 9 ), formando na cabala o quadrado mágico da Lua que somado em qualquer coluna seus números ( vertical, horizontal ou transversal ) chegando a um dígito resulta o 9.

A cidade de El Moro como polaridade e complemento a Itanhandú possui a regência de Saturno, este o motivo dos caracteres estarem em verde, tatwa Vaiú em relação ao planeta Saturno polar e complementar a Lua.

 

 

 

Carmo de Minas

Tem como Tônica a Ética e a Política, o poder dos valores morais e espirituais em prol da realização verdadeira, a arte guerreira como uma política ( poli- ética ) com valores sinárquicos ( governo espiritual ) . O anjo regente é Samael, que com a hierarquia das Potências na Cabala  imprimi e realiza o movimento dos astros.

Plasmando a Ética e a Política sagradas no Sul de Minas a cidade de Carmo de Minas possui ligações com a também cidade sagrada de Chichen Itzá no México, que esparge suas vibrações para o mundo como um chacra. O chacra de referência no corpo humano é o umbilical. Chichen Itzá é o chacra da Terra da América Central.

 

Astrologicamente a cidade de Carmo de Minas é regida pelo Planeta Marte, possuindo estreitas ligações com os signos de Áries e Escorpião, a auto afirmação, realização e força para o renascimento de uma nova consciência.

         

Na tradição Oculta o Planeta Marte possui ligações com o Arcano 11 “A Força”, o equilíbrio entre o espírito e o corpo, representando uma alma pura e harmônica com imenso poder de realização.

O número 65, assim como a cor vermelha ( tatwa ou força sutil da natureza chamado Tejas) também tem suas vibrações ligadas a Carmo de minas, reduzindo teosoficamente chegamos ao 2 ( 6 + 5 = 11 … 1+ 1 = 2 ), formando na cabala o quadrado mágico de Marte que somado em qualquer coluna seus números ( vertical, horizontal ou transversal ) chegando a um dígito resulta o 2.

A cidade de Chichén Itzá como polaridade e complemento a Carmo de Minas possui a regência de Vênus,este o motivo dos caracteres estarem em azul indigo, tatwa Akasha em relação ao planeta Vênus polar e complementar a Marte.

 

 

Maria da Fé

Tem como Tônica a Ciência e a Tecnologia, a espiritualidade aliada ao avanço humano concreto, gerando os maravilhosos frutos da Era de aquário. O anjo regente é Rafael, que como hierarquia das Virtudes na Cabala gera todo o universo da forma.

Plasmando a Ciência e a Tecnologia sagradas no Sul de Minas a cidade de Maria da Fé possui ligações com a também cidade sagrada de Sidney na Austrália, que esparge suas vibrações para o mundo como um chacra. O chacra de referência no corpo humano é o cardíaco. Sidney é o chacra da Terra da Oceania.

 

Astrologicamente a cidade de Maria da Fé é regida pelo Planeta Mercúrio, possuindo estreitas ligações com os signos de Gêmeos e Virgem, a força do intelecto para o renascimento de uma nova consciência.

             

Na tradição Oculta o Planeta Mercúrio possui ligações com o Arcano 17 “A Estrela”, a esperança de um futuro melhor, a humanidade semeando e germinando através do equilíbrio entre mente e coração, conhecimento e  cultura.

O número 260, assim como a cor amarela ( tatwa ou força sutil da natureza chamado Anupadaka ) também tem suas vibrações ligadas a Maria da Fé , reduzindo teosoficamente chegamos ao 8 ( 2 + 6 +0 = 8 ), formando na cabala o quadrado mágico de Mercúrio que somado em qualquer coluna seus números ( vertical, horizontal ou transversal ) chegando a um dígito resulta o 8.

A cidade de Sidney como polaridade e complemento a Maria da Fé possui a regência de Júpiter,este o motivo dos caracteres estarem em púrpura, tatwa Adi em relação ao planeta Júpiter polar e complementar a Mercúrio.

 

 

 

São Tomé das Letras

Tem como Tônica a Literatura, a espiritualidade na escrita, gerando os maravilhosos frutos da Era de aquário. O anjo regente é Saquiel, que como hierarquia das Dominações na Cabala cria e gera os sistemas evolucionais.

 

 

Plasmando a Literatura sagrada no Sul de Minas a cidade de São Tomé das Letras possui ligações com a também cidade sagrada de Sintra em Portugal, que esparge suas vibrações para o mundo como um chacra. O chacra de referência no corpo humano é o laríngeo. Sintra é o chacra da Terra Europeu.

 

Astrologicamente a cidade de São Tomé das Letras é regida pelo Planeta Júpiter, possuindo estreitas ligações com os signos de Sagitário e Peixes,a expansão da fé, espiritualidade e conexões superiores entre humano e Deus.

             

Na tradição Oculta o Planeta Júpiter possui ligações com o Arcano 4 “O Imperador”, a estrutura e a consolidação dos valores espirituais da Era de Aquário.

O número 43, assim como a cor púrpura ( tatwa ou força sutil da natureza chamado Adi ) também tem suas vibrações ligadas a São Tomé das Letras, reduzindo teosoficamente chegamos ao 7 ( 4 + 3 = 7 ), formando na cabala o quadrado mágico de Júpiter que somado em qualquer coluna seus números ( vertical, horizontal ou transversal ) chegando a um dígito resulta o 7.

A cidade de Sintra como polaridade e complemento a São Tomé das Letras possui a regência de Mercúrio, este o motivo dos caracteres estarem em amarelo, tatwa Anupadaka em relação ao planeta Mercúrio polar e complementar a Júpiter.

 

 

Conceição do Rio Verde

Tem como Tônica a Filosofia, a Religião como “Re- ligar”,  a espiritualidade no templo, gerando os maravilhosos frutos da Era de aquário. O anjo regente é Anael, que como hierarquia dos Principados na Cabala cuida das experiências evolutivas.

 

 

 

Plasmando a Filosofia e a Religião sagradas no Sul de Minas a cidade de Conceição do Rio Verde possui ligações com a também cidade sagrada do Cairo no Egito, que esparge suas vibrações para o mundo como um chacra. O chacra de referência no corpo humano é o frontal. Cairo é o chacra da Terra Africano.

 

Astrologicamente a cidade de Conceição do Rio Verde é regida pelo Planeta Vênus, possuindo estreitas ligações com os signos de Touro e Libra,o poder de atração da Lei Divina, a humanidade junta em prol de um ideal espiritual.

          

Na tradição Oculta o Planeta Vênus possui ligações com o Arcano 3 “A Imperatriz”, a geração e plasmação de novos valores filosóficos e religiosos integrados a Era de Aquário.

O número 175, assim como a cor índigo ( tatwa ou força sutil da natureza chamado Akasha ) também tem suas vibrações ligadas a Conceição do Rio Verde, reduzindo teosoficamente chegamos ao 4 ( 13= 1 + 3 = 4 ), formando na cabala o quadrado mágico de Vênus que somado em qualquer coluna seus números ( vertical, horizontal ou transversal ) chegando a um dígito resulta o 4.

A cidade do Cairo como polaridade e complemento a Conceição do Rio Verde possui a regência de Marte, este o motivo dos caracteres estarem em vermelho, tatwa Tejas em relação ao planeta Marte polar e complementar a Vênus.

Aiuruoca

Tem como Tônica a Teurgia/ Taumaturgia, a Medicina do futuro conectada com os anjos e devas. O anjo regente é Cassiel, que como hierarquia dos Tronos na Cabala gera a vida universal.

 

 

 

Plasmando a Teurgia e a Medicina sagradas no Sul de Minas a cidade de Aiuruoca possui ligações com a também cidade sagrada de Sri Nagar na Índia que esparge suas vibrações para o mundo como um chacra. O chacra de referência no corpo humano é o coronal. Sri Nagar é o chacra da Terra Asiático.

 

Astrologicamente a cidade de Aiuruoca é regida pelo Planeta Saturno, possuindo estreitas ligações com os signos de Capricórnio e Aquário,a estruturação e disciplina necessárias para o firmamento da Grande Obra Divina na face da terra.

          

Na tradição Oculta o Planeta Saturno possui ligações com o Arcano 20 “O Julgamento”, o renascimento e a libertação dos velhos valores para que surja a integração verdadeira na Era de Aquário.

O número 15, assim como a cor verde ( tatwa ou força sutil da natureza chamado Vayu) também tem suas vibrações ligadas a Aiuruoca, reduzindo teosoficamente chegamos ao 6 ( 15= 1 + 5 = 6 ), formando na cabala o quadrado mágico de Saturno que somado em qualquer coluna seus números ( vertical, horizontal ou transversal ) chegando a um dígito resulta o 6.

A cidade de Sri Nagar como polaridade e complemento à Aiuruoca possui a regência da Lua, este o motivo dos caracteres estarem em Violeta, tatwa Apas em relação ao planeta Lua polar e complementar a Saturno.

 São Lourenço – A Síntese – 8ª Cidade

Tem como Tônica a “Iluminação”. Todas hierarquias divinas vibram em São Lourenço. Todas as vibrações das 7 cidades sagradas contribuem com  a “Luz Síntese” que dela emana. É a Nova capital Espiritual do Mundo.

 

 

 

Como foi revelado de forma profunda pelo Mestre Profº Henrique José de Souza ( JHS ), São Lourenço está conectada com as dimensões espirituais do planeta, os Mundos de Badagas, Duat, Agartha e Shamballah, sempre narrados nos conhecimentos sagrados do Oriente.

 

Astrologicamente poderíamos associar São Lourenço aos 3 planetas exteriores quando são vibrados como consciências espirituais: Plutão- A Vontade Universal ( Pai ), Netuno- O Amor Universal ( Mãe ) e Urano- A Mente Universal ( Filho ).

                    

Todos os 12 signos pertencem a São Lourenço, como se fosse a própria Mãe Divina e seu manto índigo com estrelas, gerando e protegendo tudo e todas as coisas como o Templo síntese de todas as religiões.

 

 

Na tradição Oculta, 3 Arcanos Maiores vibram as consciências de Causa- Arcano 1 – O Mago, Lei – Arcano 13 – A Morte e Efeito- Arcano 21 – O Louco, assim como as Letras Mães do Alfabeto Hebraico, Aleph com O Arcano 1, Men com o Arcano 13 e Shim com o Arcano 21.

 

         

                                                                                                  

 

O Simbolismo do “Olho do Grande Arquiteto do Universo” que a “tudo e todos vê” pode ser associado a São Lourenço, assim como a Rosa Cruz no Ocidente que representa o “Espírito na Carne”.

          

 

A Geografia das 7 cidades sagradas mais a central São Lourenço forma a Constelação de Órion, portal das Consciências espirituais e causais para o universo manifestado.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: texto  Prof. Nilton Schultz